Mostrando postagens com marcador Athena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Athena. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de setembro de 2016

Para o lado de lá


Minerva e o Centauro - Sandro Botticelli


Digo ao Céu e todas as Estrelas, e todas as imensas Galáxias coloridas
Que não quero ser amada, mas mesmo assim espero.
Uma boca que me derreta em Lava.
E uma boca que me queira, eu sendo a Bruxa que sou.
A Lua desvairada, sempre Oeste.
Coruja viciada nas fumaças do Momento.
Eu só queria acabar com meus dias de frio e azedume
De guerras e pedradas.
De distâncias programadas.
Queria mesmo esquecer que sou tão Água.
Que te arrastei para outros Oceanos.
Para o lado de lá.
Digo ao Sol que me esqueça.
Sou espera Noturna.
Sou a virgula.
O não.
SalvarSalvar

quinta-feira, 17 de março de 2016

Teus sapatos de Gueixa

Macia pele da serpente
Suas escamas ainda estão na minha boca
E na minha doente mente.

Tua Grega-Razão.
Teu perfume ocre.
Teu jeito de andar.

Ontem...
Sim ontem.
Parece que foi ontem de tanta dor que sinto.
Acordei de um pesadelo.

Lembrei logo de seus sapatos de gueixa.
Da obra de arte que é tua existência.

Lembrei dos teus olhos de coruja, 
Cria de Athena que és.

Lembrei da tua voz me pedindo para ficar.

Tudo, tudo.
Tudo tão ontem.

Que coma foi esse que me manteve presa assim à escuridão?
Que vento foi esse que passou?

Não importa.
Teus olhos cintilam em minha memória novamente.
E tua sabedoria...
Reverbera.

domingo, 11 de março de 2012

Ilha do fundo, do fundo, do Egeu!!!!

Ele é turbulência, lógico que é.
é madeira, whisky, é dourado-marrom...
com gosto de álcool,
com gosto de sangue!

Houve transformação...
Oh! Meu Deus!
O que fazer se meus cabelos se engrenharam com os dele????
E ele!

Saudade de verdade!
Antena, nada, nádegas, movimento, trem, azeite e vento....

sábado, 19 de novembro de 2011

É sábado na Bahia da Píton #1

Arde novamente em mim o desejo...
O desejo de nada ser, sendo lastimávelmente alguém com um passado.

Queria pagar minhas dívidas, mas como um Ulisses pós-moderno, pós-feminista....
Devo atravessar Poseidon, gigante e invariável.
Sem Penélope no fim do caminho, nem manta, nem reino, nem nada.

Grande o homem sem passado.
Como um pássaro.
Me leve, ridículo, homem-pássaro!
Me leve pássaro!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010