Serão feitos de tecido teus dedos?
E tua boca, morde vorazmente toda carne branca assim?
O que seríamos nós sem os selfies?
Bruxaria?
Por favor...
Será feita de radiação tua boca?
Tão ridículamente dolorida.
Tesão.
Serão feitos meus dias de quê?
Sarcasmo e rancor.
Eu que me ajoelhei pros teus olhos.
Você se lembra?
Você notou?
sábado, 21 de janeiro de 2017
Ruínas?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Suas crinas
O isqueiro já foi gasto além da metade.
Rádio de interior anuncia preços de sapatos da loja que já conheço.
Ataques de Vento.
Fazem rodopiar a casa
E cavalos abstratos
Azuis.
Carregam o passado.
Nas costas.
Amputam-me dia a dia.
Aguardo.
Se pelo menos sobrar-me os dentes.
Permaneço...
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2017,
Das Portas da Percepção,
Poesia
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
É coisa!
É coisa bonita o amor?
Não.
É coisa indomável.
De claridade doí-da.
Inquietação.
Horas pensando em suas mãos.
É coisa bonita o amor?
Não.
É caos, lava e infinito.
De claridade suprema.
Reinação.
É coisa bonita sim o amor.
Horas e horas pensando no começo.
Reconheço.
Piscar de olhos nos arrombos, assombros do universo.
Acabou.
Como sorvete em chapa quente.
Sem para sempre.
Amém.
Ou qualquer mudança de situação.
15 anos apagados.
Mergulhados em água-sanitária.
Como esmaecer cidades, fortalezas inteiras?
Sobrevivendo a terremotos cantando.
Lava e infinito.
É coisa!
Não.
É coisa indomável.
De claridade doí-da.
Inquietação.
Horas pensando em suas mãos.
É coisa bonita o amor?
Não.
É caos, lava e infinito.
De claridade suprema.
Reinação.
É coisa bonita sim o amor.
Horas e horas pensando no começo.
Reconheço.
Piscar de olhos nos arrombos, assombros do universo.
Acabou.
Como sorvete em chapa quente.
Sem para sempre.
Amém.
Ou qualquer mudança de situação.
15 anos apagados.
Mergulhados em água-sanitária.
Como esmaecer cidades, fortalezas inteiras?
Sobrevivendo a terremotos cantando.
Lava e infinito.
É coisa!
domingo, 8 de janeiro de 2017
F de Fantasia n #1
Faltou-me ar.
Escrevo desaforada e desesperadamente.
Infeccionou minha alma.
Do pé a cabeça.
As Telhas e os Lagartos
já fazem parte dos meus olhos
Depois de 7 dias...
Antes do 8° dia, brado:
-Faltou-me ar.
-Infeccionou minha vida do pé a cabeça.
-Não faltam telhas ou lagartos!
Faltam Sonhos.
Escrevo desaforada e desesperadamente.
Infeccionou minha alma.
Do pé a cabeça.
As Telhas e os Lagartos
já fazem parte dos meus olhos
Depois de 7 dias...
Antes do 8° dia, brado:
-Faltou-me ar.
-Infeccionou minha vida do pé a cabeça.
-Não faltam telhas ou lagartos!
Faltam Sonhos.
sábado, 7 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Uma Poeta Presa no Quarto!
Um Poeta sempre vive abobadado.
Estrelas,
e baba
e babados para todos os lados.
Uma Poeta queima mesmo sem álcool
ou gasolina.
Fagulha em como se move.
Afoga conforme olha.
Todos Fogos-Fátuos
Poetas ensandecem em quartos.
Como nômades.
É o Vento, o Caminho Incerto, a Noite
e o Amanhã.
Aquele primeiro gole.
Aquela primeira paixão da noite.
A Estaca da Tenda que chega e parte.
Um Poeta sente.
Terremotos.
Enchente.
Poetas vivem abobadados.
E são mesmo Estrelas.
Estrelas,
e baba
e babados para todos os lados.
Uma Poeta queima mesmo sem álcool
ou gasolina.
Fagulha em como se move.
Afoga conforme olha.
Todos Fogos-Fátuos
Poetas ensandecem em quartos.
Como nômades.
É o Vento, o Caminho Incerto, a Noite
e o Amanhã.
Aquele primeiro gole.
Aquela primeira paixão da noite.
A Estaca da Tenda que chega e parte.
Um Poeta sente.
Terremotos.
Enchente.
Poetas vivem abobadados.
E são mesmo Estrelas.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
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