sábado, 14 de maio de 2011

Agoro que moro no Sol não devo ter medo do escuro!



Agoro que moro no Sol.
Agora que vivo quase dentro dele...
Respiro sal,
logo às 4:30 da manhã, e não consigo dormir até depois das 9...
Não posso mais reclamar da vida!

Sou feliz e azeda.
Azeda de tão feliz!

Volto á Apolo sem lhe dirigir palavra...
Mas me aqueço.
Aqueço.

Meu ser "sem-vergonha" admite essa quentura gostosa.
Essa simplória satisfação.

Não posso e não quero fugir.
Pode ser a última vez.
Pode ser o último porre.

Antes azeda hoje... do que nunca!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Bukowski nos deu chute no c.´!

Deu nome àquilo que o cercava de massa estúpida.
A humanidade.

...massa estúpida foi o que me ocorreu depois de tanta verdade sobre nossos pares.

Ele "já tinha visto o circo" e imaginava que seria o  inferno,
nada além do que poesia.

Pretensiosos e seus códigos.

O problema é: 

-Acredite mais nele do que em mim.

Ele me odiaria. Ele me odiaria, sempre. Ele me odiaria. Ele me odiaria, todo dia. Ele me odiaria, o dia.
Ele me odiaria com razão.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Não há nada a ser dito!


Não há nada além de ser dito que amo tudo que vivo, não há nada a ser dito sobre o rito do eterno e do começo.
Nunca vi, tão melhores mares em meu pequenino e simplório horizonte.

Como sempre e cada ano sempre e sempre.

Não vou ousar choramingar, quero devorar o mundo.
Não quero perder um segundo, quero mesmo ir... e somente.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Llanto Rojo


Ojos de loba desdichada
Hasta siempre luminosa
Eres volcán blanco...


Silencio...
Silencio sin cenizas.


Fuego en llanto que te haces caníbal
Caníbal en su venganza.


Roja, Noche , Hechicera.
Eres el volcán blanco canibal...
Que hambriento me cenará.




Nas Ondas - 1906
Paul Gauguin

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Nada passa de um jogo...

Nada passa duma brincadeira,
sem gosto,
de mau gosto, brincadeira mesmo!

Ai!, que culpa tenho eu de amar tanto o céu escuro de primavera...
Tanto silêncio para nada.
Presunção achar que se daria importância a tantra quermesse, não?


O que eu quero é sonho, não acontece...
o que eu quero é doce, não existe.

Teus olhos de Cléo com 16...
Cleópatra rainha com cordeiro me olhando com querência de louca...
De erma, de deusa!

Esqueça minha pele de jaguar....
Esqueça sua pele de jaguar...

Respire pó!!!

Esqueça.

Modiglianiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii e Vermer e daí?